terça-feira, 3 de junho de 2008

C49-094 O Trem da Evolução Conduz Tudo

(Pode nos dar consciência e ter o bem por natureza)
I- Tudo segue a diante / Independente da gente/ E a gente pára perante/ O astro rei no poente. Embora o ciclo se faça,/ Espaço e tempo ele traça/ E cada dia é diferente.
II- O trem da evolução/ Conduz tudo que existe/ Sem qualquer apelação/ Renova no que persiste. Em nos conduzir além/ Até quem se acha aquém/ Nada contra lho resiste.
III- E o que parece ruim/ Amanhã se mostra bom/ E a dor agora em mim/ Amanhã terá novo tom. É que nossa compreensão/ Se limita a tal condição/ Que não ouvimos seu som.
IV- Imagine o seu apito/ A soar sempre imponente/ Ou mesmo o seu agito/ A mostrar-se tão potente. Locomotiva qual trem-bala/ Em propulsão sem escala,/ Nos levando ao oriente.
V- E o seu corpo se estende/ Pela sua linha férrea/ Ou suspenso por agente/ Condutora, quase aérea. Saindo no mais moderno/ Seguindo no rumo eterno/ Na essência, na matéria.
VI- E o seu vagão derradeiro/ Pelo estado de atraso/ Ou seu trabalho primeiro/ Condutor de falso acaso,/ Saindo no mais antigo/ Dormindo no seu jazigo/ Nunca fará pouco caso.
VII- Suas rodas são quadradas/ Se engata em mais moderno/ Com rodas arredondadas/ Seguindo caminho terno. Todos seguem mesma rota/ A cada escolha se devota/ Na missão para fraterno!
Evaldo Pedro da Costa Brasil
(30 de Maio de 2008)