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Esperança: Bodas de Girassol

Ontem, aos 84 anos, comemoramos as Bodas de Crisântemo, simbolizando o sol nascente. Neste 1º de dezembro de 2010, comemoramos 85 anos. São as Bodas de Girassol. O girassol é uma flor de cor amarela, formada por muitas pétalas, de tamanho geralmente grande. Tem esse nome porque está sempre voltado para o sol. O girassol, como símbolo da páscoa, representa a busca da luz que é Jesus Cristo e, assim como ele segue o astro rei, os cristãos buscam em Cristo o caminho, a verdade e a vida. Caminhamos a partir de agora no sentido das hortênsias: este ano, devemos cultivar os jardins, tratar das hortas, para comemorar, daqui a um ano os 86 anos: as Bodas de Hortênsia, e entrarmos na colheita cotidiana que todos nós merecermos.

Eventos | Análise | EMARPE: Drops, jujubas e um cigarrinho especial

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POSSÍVEIS MANCHETES SOBRE OCORRÊNCIAS CULTURAIS DOS ÚLTIMOS DIAS
De Valdick Soriano a Justin Biba, teve de tudo no Emarpe
Esperança realiza encontro interescolar de cultura Explorador da palavra trafica e alicia leitores Banguela tenta estragar os dentes dos outros, oferecendo chiclete Mais uma vez Esperança vive o 1º Emarpe Poeta solitário oferece “cigarrinho especial” ao público do Emarpe Semana da Cultura antecipa o Dia do Folclore



O amigo fuma? Que tal um cigarrinho especial? Na primeira noite do Emarpe, quinta 18, parte da platéia foi surpreendida com a indecente pergunta-título desta nota. Foram diversas as reações: Espanto, riso, aceitação... diante da abordagem. Independente do sim ou não, viram sair dos bolsos do insistente assediador duas carteiras, estrangeiras, de cigarro. Ao escolher uma delas, a surpresa: papel reaproveitado à moda dos cigarrinhos de quando guris. Ao desenrolar o escolhido: um poema. E mais um texto provocativo: “Fume, faça a cabeça e passe para outra pessoa. Aj…

Agonia do Judas

A Traição.flv

A Tentação I.flv

Eu falo é Nordestinês I

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(Se da gente alguém mangar, se aqu’ete e espie o derredor)

I- Pense numa fala bonita/ Essa fala que a gente fala. Ela é igualzinha uma mala/ Como que feita de bauxita. É maneira como o algodão/ Ela é forte que nem trovão/ Pois tanto cala como grita.
II- Aumenta o papel, a solidez... Conto que todo mundo torça,/ ...A unificação dá nova força/ Ao nosso idioma: Português/ Mas pedin’ a Deus que ajude/ Agora eu frechero no açude/ Do regional, o Nordestinês.
III- Se da gente alguém mangar/ Achando que é mais, melhor,/ Se aqu’ete e espie o derredor/ Nem pegar ar, nem arengar/ Vai resolver esse trinchinchim/ Carece esperar um pedacin’/ E nas últimas, botar pra torar:
IV- Botar pra descer no féla/ No infeliz das costas ocas/ Cuidar de engomar a roupa/ Se acaso arrochar as goelas. Mas é melhor jogar buraco/ Do que arrancar um taco/ Do couro de quem apela...
V- Beber por aqui é tomar uma/ Seja a dose, seja um drinque/ Ao resenhar nunca brinque/ Num espanto diga: cuma? Não que queira dar migué/ É só p…

Eu falo é Nordestinês II

(Quando o idioma e costumes fazem pareia)

I- Nordestino nunca sai pra farra/ Ele sai pro moído, pra bagaça*/ Sai desembestado, na cachaça/ Nunca pega, ele dá de garra... Nordestino não é distraído,/ Ele é avoado, não faz alarido/ Se apombaiado, vai na marra!
II- Nordestino é mesmo danado/ Não passa roupa, ele engoma! Nunca divide, reparte e soma. Não acompanha os namorados,/ Ele segura vela! Vende cocada/ E se ele arranja uma namorada/ Não casa, fica logo amancebado.
III- Nordestino não pede almoço,/ Nem jantar, ele pede o comer/ Não se diverte, bota pra moer/ E Nordestino não tem pescoço/ Tem cangote; carrega um pote/ Invés de calça frouxa usa folote/ Jamais é magro, é couro-e-osso.
IV- Nordestino nunca fica satisfeito/ Quando come, ele enche o bucho! Vive muito bem com pouco luxo/ Nordestino não liga com o malfeito/ Não tem diarreia, come pelas beiras/ Só fica leso quando tem caganeira! E ri de si mesmo se nota seu defeito.
V- Nordestino não tem anus nem axila/ Quando fede é sovaqueira o…

O Rosário do Povo Criacionista I

CORDEL 49.40
(O verdadeiro nome da gente é o apelido que nos chama)

{A criatividade popular entre o agito e o carinho. Apelido, apodo, alcunha: [al-kunya(t), árabe]: designação que se junta ao nome ou ao sobrenome de alguém. Cognome geralmente depreciativo que se põe a alguém, e pelo qual fica sendo conhecido, tirado de alguma particularidade física ou moral.*}

I
O verdadeiro nome da gente
É o apelido que nos chama
Entre amigos é carinhoso
E na família que nos ama.
Mas quando um agente irrita
Com uma zombaria e agita
Cai no gosto e ganha fama.

II
Nosso povo é muito fértil
Cria tudo que é apelido
E se a gente não esquenta
Nunca vai virar moído.
E a alcunha, má, demente,
Se some e rapidamente a
Novo nome é promovido.

III
Desde cedo eu fui Valdim
Vavá nem sei quem criou
Entre amigos era Corróh
E Mestre só me valorizou.
Fui Vito, Vavito e Ovaldo
Luciano engrossou o caldo
Mas assim só ele chamou.

IV
Cientista, eu já fui também,
Xacangai, já me chamaram,
Cabelo-de-bombril caiu bem
Vavaca, logo ignoraram,
Vitim foi por pou…

O rosário do povo criacionista II

CORDEL 49.46
(Segunda lista das alcunhas, zombarias e apelidos de Esperança)

I
A gente usa o nome verdadeiro
Se tiver promissória pra assinar
Para tirar um novo documento
Diante do juiz, pra se amarrar.
Mas um casamento perfeito
Só mesmo quando um sujeito
Cisma e teima em se agoniar.

II
Começo agora, assim, a relação
De apelidos desse nosso lugar
Registro salteado e de cor
Pra depois numa lista enumerar:
Zambão, Ximbêta, Vaqueiro,
Viva, Xéba e Zé-roupeiro
Chapolin, Visconde e Fafá.

III
Continuo minha pequena lista
No exercício da lembrança
Para anotar apodos e alcunhas
Criadas pelo povo de Esperança:
Timbu, Saco-de-osso e Ramim
Rulipa, Sebarina e Tinim
Amazan, Catarina e Zé-criança.

IV
Retomando a rima, cismando,
No caminho dos de zombaria
Nesse arrolamento exponho
Um cabedal cheio de putaria:
Bunda-de-pano, João-peidão,
Arroto e Brinquedo-do-cão,
Vitiligo, Camburão e Zacarias.

V
E agora eu acho que está na hora,
De botar cada um lado a lado
Dona-dôra, Fuçura e Dona-dóra
Cavado e Cara-de-manobrado.
Gata-maga, Chico-braga …

O rosário do povo criacionista IV

CORDEL 49.58
(4ª Lista: parentes, companheiros, amigos e conhecidos)

I
Continuando a seqüência
Eu agora rimo pra mim,
Cito parentes de perto:
Nerivan virou o Nerim:
Lane reduziu o nome e
Eu confundo com Dilane
E Nerivaldo é o Neguim.

II
Mita, Milene e Neném
Birico, Vandó e Rafinha
Novo, Fia e Miminim
Léo, Gambá, e Toinha:
Madame, Dadá e Mako
Usibibo, Rei-nê e Nato
Nildá, Cila e Batatinha.

III
Véi-do-saco e Manqueza
Vó Mãe-nana e Vozinha
Junico, Gogô, Cocada
Isa, Dena e Luquinha.
Erikita, Manha e Biano
Sam e Sá, I-ía e Ciano
Duda, Naná e Maguinha.

IV
E os companheiros de luta
Aqui vêm comparecer,
Chico-de-iaiá e Jaymão
Estevão, Cérmio e Bererê:
Bacaninha, Joca e Makito,
Dedé, Tica, Clebé, Zezito
Dona-neném e João-do-PT.

V
Meus amigos de trabalho
Dos considerados por mim
Listo quem agora lembro
Dôra, Nicó, Beto-maguim.
Querida, Cumade e Janinha
Pedito, Katita e Carminha.
Berna, Cara-crachá, Vanim.

VI
Conheço a todo cristão
Aqui citados nesta lista
Rimo assim do Begão
Dona-chiquinha e Tista:
Com Cisim, Caguim e Pi
Bebezão, Rubã…

O rosário do povo criacionista III

CORDEL 49.52
(3ª Lista de Apelidos: Como Zé Limeira, vou pegando pra limão)

I
Zé Limeira, absurda mente,
Em seus versos de cantador
Moia todo adversário
Com a verve de um criador.
Ajuntava princesa Isabel
Com Tiazinha, lá no bordel,
E Antonieta, plantando flor.

II
No rosário criacionista
Seu Zé Limeira pode falar
A voz do povo é a do poeta
E é por ele que vou rimar:
Tenente, Cabu-duda e Capitão
Soldado e Guardinha no sermão
Ensinando Bispo e Pade a rezar.

III
Presidente de Esperança
Despacha na delegacia
Delegado, xará da autoridade,
Não prende, mas bem podia.
Para o Japão foi Deputado
Senadô pro céu já foi levado
E Jesus já comprou a Carestia.

IV
Professor não ensina na escola
Bority não governa, é advogado,
Dr. Bastim não medica uma pílula
E Cherosa remedia no outro lado
Donarrosa, boa gente, não é flor,
Garrote só amansa com Amor
E Roberim é um cara agigantado.

V
E no rosário da contradição,
Ratim é amigo de Seu Gato
Priquitim se reclama é de Lola
Pega-o-pinto joga com Pé-de-pato
O Cara-de-lixo é bem limpinho
É maneiro o…

O rosário do povo criacionista V

CORDEL 49.59
(5ª Lista: Dos animais que se juntam ao nosso nome I)

I
Não sabemos até onde
A gente, animal racional,
Poderia ser comparado
A um bicho, ser irracional,
Mas falando em cognome
Eles se ajuntam ao nome
E nada fica anormal…

II
Ameba, Guiné, Gavião,
Mané-das-cabra e João-preá,
Rabo-de-peixe, Macaco,
Vera-das-cabra e Carcará,
Pequenez, Tejo, Pé-de-cago,
Chico-viado e Passo-mago,
A-gata, Maco-macaco e Preá.

III
Macaco-da-bunda-branca,
Cara-de-cavalo e Chico-pata,
Abelha-italiana, Gata-branca,
Canela-de-canaro e Dagata,
Maçarico, Calango, Oi-de-gato,
Bacurau, Tucano, Mijo-de-rato,
Curau, Maria-preá e João-barata

IV
Zé-cutia, Ramim-de-gato,
Ana-dos-gato e Barrão,
Lêla-de-gato, Venta-de-tucano,
Fi-de-meu-gato e Bodão,
Pardal, Condô, Josa-bacurau,
Chico-pé-de-pato, Lacrau,
Maria-bacalhau e Beto-gavião.

V
Camelo-do-sertão, Trio-ameba,
Boca-de-peba e Boi-tungão,
Vaca-véia, Priquitim-de-uvêa,
Biu-cambeba, Jegue e Cancão,
Galo-creca, Ciço-preá, Uvêa,
Coruja, Leão, Zé-burra-feia
Katita e Maria-de-zé-leão.

VI
Burrego, Corujão, …

C49-136 Paixão de Cristo 2010 V

Paixão de Cristo 2010
(Até onde a vista alcança, uma paixão de esperança)

I
Até onde a vista alcança
Esse projeto vai longe...
Como ascensão de monge
É ato de fé e de confiança
Em Deus regendo caminho
E, sem querer ser adivinho,
Será paixão de esperança.

II
São treze anos de pura fé
De um exercício pregador
Do vivenciar certo amor
Nessa caminhada, de pé
Perante a evangelização
Através dessa encenação
Grupo Jesus de Nazaré.

III
Já fez Praça da Cultura
Ser palco dessa paixão
Aglomerou muito irmão
De fé e de outra postura.
Entre o coreto e a janela
Fez cena triste, mas bela
Sobre pequena estrutura.

IV
E quando se fez Campestre
Ficou bem mais original...
Diminuindo um bacanal
Ficar-se-ia mais ao mestre
Mas, amador vocacional
Quando for profissional
Tornar-se-á mais agreste.

V
E pela força da ocasião
Fez uma pausa revisional
O que parecia ser um mal
Condicionado à transição
Tornar-se-ia providencial
Seria uma pitada de sal
Pra lhe dar nova razão.

V
E a Loja do Mestre André
Vende sonho, ousadia e pão
Entregando a Deus, o São,
O vai-e-v…

C49-134 Paixão de Cristo 2010 IV

De quando o Judas morreu IV
(Deus estava por perto pra que tudo desse certo)

I
Era grande a expectativa
Para a sexta da paixão
Nesse dia, com razão,
Havia luz primitiva:
Deus estava por perto
Pra que tudo desse certo
Para toda a comitiva.

II
A maquiagem reforçada
A TV de prontidão
Era grande a multidão,
Nessa noite tão esperada
Deus estava por perto
Pra que tudo desse certo
Depois da peça ensaiada.

III
Então comecei pensar
Por aquele calendário
Era meu aniversário
Quero me presentear?
Deus estava por perto
Pra que tudo desse certo
Fui sem medo atuar.

IV
Fiz a cena, emocionado
Sem temer esse calvário
Ou mesmo o prontuário
Da morte em atestado
Deus estava por perto
Pra que tudo desse certo
Perante o bem esperado.

V
Brinquei com o Caifás
Admirei um Nicodemos
Diante do que pudemos
Sorri ao lado de Anás
Deus estava por perto
Pra que tudo desse certo
Até com um Padãnaz.

VI
Na hora do enforcamento
A luz durou bem acesa
A cena não era moleza
Só me vinha o pensamento
Deus estava por perto
Pra que tudo desse certo
Não haver um só lamento.

VII
N…

C49-133 Paixão de Cristo 2010 III

De quando o Judas morreu III
(Quando a corda falsa se fez verdadeira)

I
O corpo meio moído
Girava a cabeça tonta...
A cena já estava pronta
E o tornozelo doído...
Trabalhei pela manhã
E à tarde, lá, só o afã
De evitar mal ocorrido.

II
Vesti a túnica e o cinto
Nas partes incomodava
Todos viam como andava
É a verdade, não minto:
Era um Judas meio manco
Como quem usar tamanco
Chapado de vinho tinto.

III
Então, lapadas no lombo
Do Cristo antes traído
Me lembravam o ocorrido
Assim temia outro tombo
Eu em prece e comoção
Entre o medo e a emoção
Lia o vôo de um pombo.

IV
Da angústia e da dor do
Arrependido personagem
Eu viajava na coragem
A repetir divino amor
Sorte que me protegeu
Mas outro susto me deu
Não é que a corda apertou:

V
A peça posta primeira
Sem ser a de segurança
Apenas pra ser lembrança
Do suicídio, fez besteira
Resolveu fazer uma graça:
Foi quando a cordinha falsa
Fez-se forca verdadeira.

VI
Eu, de olho arregalado,
Fiz contagem regressiva
Numa postura inativa...
Laura apaga o alumiado:
Com a corda no pescoço
Não fiz o meno…

C49-132 Paixão de Cristo 2010 II

De quando o Judas morreu II
(No segundo dia foi menor a agonia)

I
Passado o susto inicial
Renovada a esperança
Em preces, numa aliança
Volto à rotina, ao banal
Mas o joelho lateja
E entrega, de bandeja
O possível bem no mal.

II
Cuidados são renovados
Para o ato se repetir
Temendo o que pode vir
Sem pecados perdoados...
Volto ao local insano
Para não haver engano
Nos apetrechos montados.

III
A corda presa no meio
Evitaria o pendular
Do corpo preso ao pular
De cinto feito um arreio...
Movimento frente-trás
Para a direita, jamais
Só uma cicatriz veio:

IV
O tamborete primevo
Fora substituído
E o Judas, maluvido,
Que não usara um trevo,
Pertinho do calcanhar
Começou cicatrizar
Nova ferida em relevo.

V
Nino, Biu-bal e Renato
Um trio de prontidão
Recebe aperto de mão
Do ator que sente grato
Por tudo que dera certo
Por eles estarem perto
Pra morte não virar fato.

V
A maquiagem assustadora
Lavada pela Verônica
E a mudança de túnica
Aos auspícios da cantora
Me levou para o Calvário
E eu em novo cenário
Feito bruxo sem vassoura.

VII
Lancei-me na…

C49-131 Paixão de Cristo 2010

(O fantasma do enforcamento assusta qualquer ator)

I
O convite foi aceito
E só um medo me veio
A lembrança que receio
Do enforcamento malfeito
Por isso uma discussão
Dos motivos e da razão
Da forca que deu defeito.

II
O fantasma assustador
]Perseguiu por todo ensaio
A lembrança do desmaio
De Netim, um bom ator.
Quando fizera um Judas
Foi um deus-nos-acuda
Com a corda que o enrolou.

III
Apesar do ocorrido
Pouco se fez pela forca
Pois uma correria louca
Não me faria prevenido.
Uma corda improvisada
Estava mal posicionada
Lancei-me no escurecido...

IV
E com os olhos fechados
Mergulhei de grampo preso
E quase que me vejo teso
Com meu joelho lascado.
O movimento pendular
Acabou por me lançar
Direto num pau serrado...

V
Feliz por ter escapado
Sorria alegre com a dor
Reconhecendo o valor
Do pouquinho planejado,
Da equipe que se juntou
Para ajudar pobre ator
No ato mais arriscado.

VI
Ao cuidado não tomado
Somo a prece precedida
Perante arriscar a vida
Num ato desajustado
Deixa só, aquela noite,
O saldo de um açoite:
Um joelho arrebentado.

V…

C49-128 | C49-129 | C49-130 Carnaval de Seu Jacinto

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Carnaval de Seu Jacinto I Cordel 49-128: Em memória de Jacinto Barbosa I- Os papangus que circularam/ No Carnaval de Seu Jacinto/ Festejam em outro recinto/ Por aqui só apalavraram. Por isso eu vou refletindo/ Vendo Sonhador assistindo/ Festança dos que ficaram. II- Por lá, comovente beleza/ Toma conta da iluminada/ Praça ao bem consagrada... Por aqui, mais da realeza/ De se repetir um formato/ Sem se preocupar, de fato/ Com mudar para a clareza. III- Por lá, lembra-se de avaliar/ Causa, efeito e aprendizado/ Sem melindre, nem acuado/ Todo modo de festejar. Aqui agente não consultado/ Pires na mão e prostrado/ Continua o seu rastejar. IV- Por lá, só o valor celestial/ Naturalmente segue regra/ E o pensamento se integra/ Num novíssimo Festival. Por aqui outros valores/ Ditam as tinturas e cores/ Que atingem o Carnaval. V- Seu Jacinto então me diz/ Pra continuar com essa luta/ Permanecendo em labuta/ Lembrando de ser feliz... Outros soldados de arguta/ Memória que não se insulta/ Tão bem faze…

Poema | C49-019 O Carro da Madrugada vai engolir U-Perera? (I) | Cordel

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2008

C49-021 O Carro da Madrugada vai engolir U-Perera? (III)

(Intervenção Quebradeira)
I- Do jeito que a coisa anda/ Já não se fala em parteira/ Já não se canta um poema/ Como da Mulher Rendeira. A pergunta é aqui lançada/ O Carro da Madrugada/ Vai engolir U-Perera? II- Do jeito que o coisa manda/ Já não se levanta bandeira/ Já não se monta esquema/ Pra derrubar trepadeira. Daí, pergunto a renomada,/ O Carro da Madrugada/ Vai engolir U-Perera? III- Do jeito que o novo samba/ Já não quer porta-bandeira/ Já não se monta um sistema/ É só sair na pipoqueira/ Ou com a grana liberada. O Carro da Madrugada/ Vai engolir U-Perera? IV- Do jeito que, à corda-bamba,/ Se aproxima a ribanceira/ Seria bom que esse tema/ Apoquentasse a moleira. Se essa ação foi planejada/ O Carro da Madrugada/ Vai implodir U-Perera. V- Do jeito que o velho samba/ Já que quer porta-bandeira/ Então pense num sistema/ Um melhor que pipoqueira. Para na ação renovada/ O Carro da Madrugada/ Não acabe com U-Perera? VI- Do jeito que a mula é manca/ Vendo a nova brincadeira/ Carnaval dois mi…

Artefato 3.3

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Artefato 3.2

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Artefato 3

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Artefato 3
Estou sem net. Sem poder desenvolver o papel que me propunha de visitar os sites e blogs de Esperança e acrescentar, sugerir correções, enfim, construir colaborativamente a nossa história recente, buscando no passado as informações para que os registros sejam os mais precisos possíveis. Resta esperar por um projeto audacioso como o que, em Campina Grande, anuncia o prefeito Veneziano Vital: internet gratuita para todos. Até lá, procuro um plano de fim de semana, pré-pago, modem. Algo assim.

Digitalizações
Nesse meio tempo venho digitalizando alguns documentos (extra)oficiais. Copiei, de alunos sensibilizados em arquivar a nossa história, a publicação de prestação de contas do primeiro mandato de Luiz Martins. Ele mandava ver. São 28 páginas impressas tipograficamente: “cinco anos de governo 1963 1968 Administração do Prefeito LUIS MARTINS DE OLIVEIRA”. Estou trabalhando os de 73-76 e 83-88; ambos com 20 páginas. De lá para cá, creio, não teremos muitos arquivos. No quarto mand…

Artefato 2

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Quando? A primeira?
Publicamos este Artefato no www.noticiaesperancense.com.br e deixamos para os amigos com mais tempo para pesquisa, responder as questões acima. Sugerimos uma entrevista com Rulipa, personagem da nossa história esportiva. Sugerimos ainda uma reflexão em torno da nossa falta de knowhow. Explico-me: Todo mundo promove, todo mundo faz mas parece ignorar o que se fez antes.
Parece não haver continuidade formal nem registros e assim a experiência não é didaticamente repassada. O modus operandi, o como fazer é uma experiência carregada dos mesmos problemas, sempre.
Jogos estudantis, campeonatos de futsal, futebol de poeira, corridas... mostras e exposições dos mais diversos temas, nas mais diversas épocas... eventos culturais. O fato é que ficamos nas primeiras...
Esperamos, em breve, com a onda de eventos e de utilização da virtual realidade da internet, com blogs, sites de relacionamentos, sites de notícias e o oficial do Executivo Municipal, esperamos um nova realidade. Do…