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Mostrando postagens de Setembro, 2012

Entrevista Marcada: 70 anos de Esperança

Ano IV – Nº 23 – Esperança – Paraíba – Brasil – Nov/Dez-95
Esperança comemoraria seus 70 anos naquele momento. O único jornal em circulação era o nosso. Na Rádio Cidade, Programa Especial apresentado por Roberto Cardoso reunindo João de Deus Melo, José Torres, Nino Pereira, com nossa participação e do confrade Anaelson Leandro. Na Câmara Municipal, esses atores se juntam a Luiz Martins e Arlindo Delgado. De marcante, a nosso ver, a constatação de que todos fizeram parte de uma mesma corrente política, já que nem Nino Pereira nem Zeca Torres contestaram esta afirmação de Arlindo Delgado. Em nosso impresso, a fala oficial e a fala comprometida com a história, as artes e a gente que fez e faz Esperança.
CAPA:
70 anos de Esperança: Uma oportunidade para reflexão; A “Egreja” Matriz em 1935 (João G. Guimarães/Pedro Gazeano) e A Igreja Matriz hoje: verticalizada (Jovino); Titico Celestino (Evaldo95, caricatura) homenagem;
MIOLO:
Pág.2: Esperança e Seus Primórdios (João de Deus Melo) Especial; M…

C49-138: O Jumento é nosso irmão maior

ISPICIÁ PRO RIBULIÇO NA FÊRA II
(Outro dia vi um deles bem novin’ caminhando no centro da cidade)

I
Sempre que me falam do danado
Lembro a manchinha no lombo
O resultado não de um tombo,
Mas do xixi, dizem, derramado
Pelo menino Jesus de Nazaré
O preferido pra não andar a pé
Sem querer deixar o bicho cansado.

II
Asno seria o seu nome primeiro
Um sincopado de asinu, do latim
O burro também surgiria assim
De burricu, nos informa dicioneiro
É ‘cavalo pequeno’, pois primos
Seu nome todo é Equus asinos e
Jumentu também é um verdadeiro.

III
Se burro derivou por regressão
E burrico agora é igual burrinho
Eu afirmo manifesto de carinho
Se for grande o chame de asneirão
Se for fraco e molenga é burrego
Mas não é miúdo qual borrego
Filhote da ovelha e o carneirão.

IV
Asinino, burro, jerico, orelhudo
São primos do Equus caballus
Cruzam até sem dó nem abalos
Viram mulo, mas tanto sortudo
São inférteis, mas ganham altura
Seguem vivos, ajudam na cultura
Do arado, da lavoura, em tudo.

V
De jackass, asno dito em inglês,
Surge o jegue n…

Entrevista Marcada 20, 21, 22

Ano IV – Nº 20 – Esperança – Paraíba – Brasil – Ago/Set-95 (7)
CAPA: Falta água, mas a conta chega!; Praça Nua (Leandro de Souza); Espera(nça)?...; MIOLO - Pág.2: Jornal Estudantil (Ano I, nº 06); A Morte do Besouro (R. Viturino) o poema do desventurado; Esperança espera, Indigência e morte, Censura prévia e Em tempo (Editorial em sueltos); Pág.3: Falta água, mas a conta chega! (Marcelino Araújo); Passe e ame a praça II (P. Brasil) ou Protesto; Sem antecedentes (Francisco Soares); Ei Lezin! (Entrevista) Zé Lezin por Nairon Barreto; ... Espera(nça)? (Benedito A. M. de Oliveira); e CONTRACAPA: Escrevendo Sobre... (José Luiz) Gênero e Educação Física (III); Convite missa de sétimo dia (Carla Borba) o caminho do original; A máquina (Isaac Cândido).
Patrocinadores: Angellianne Artes, Eletrônica Barbosa, Picuí Motocar, João Araújo Promoções e Eventos Esportivos, além de 05 anunciantes nos Classificados e 03 notas.

Ano IV – Nº 21 – Esperança – Paraíba – Brasil – Set/Out-95 (8)
CAPA: São Paulo: …

Manifesto da Identidade Cultural II

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Pelo desdobramento da Secretaria de Educação


Estamos em ano eleitoral e, apesar de alguns em sua rotina sequer reflitam em torno de Esperança e das nossas esperanças e aspirações, julgo oportuno chamar a atenção para a Cultura e o Desporto.


O antigo Departamento de Educação se tornou Secretaria e com o tempo, de Educação Cultura e Desportos, com um Deaesp, Departamento de Esporte Amador de Esperança. Esse por sua vez se tornaria Secretaria, como proposto nas eleições 2008. No entanto, projeto apresentado, acabou por ser reprovado por maioria oposicionista e falta da situação na Câmara Municipal, este ano. Não se sabe se por estratégia para expor bancada do contra ou se por ter sido lembrado tardiamente, difícil mensurar prós e contras disso. Fato é que o imbróglio despertou pequeno debate entre os desportistas da cidade. Agora, reaparece nas propostas de campanha.

O Departamento de Cultura (?), por sua vez, contou com um nome afim no posto de Diretora. Essa pasta viveu desde sempre, dent…

Entrevista Marcada 18 e 19

Segue o registro do vivido no Novo Tempo

Ano III – Nº 18 – Esperança – Paraíba – Brasil – Jun/Jul-95 (5)
CAPA: A praça é nossa e da cultura, também (Rivanilson, fotos do descaso); MIOLO - Pág.2: Uma reflexão sobre educação (Helder Pegado); A praça é nossa e da cultura, também (Editorial); Sete conquistadores, uma dama fértil, a fecundação e a ação do prodígio (Nossa História Especial) Raimundo Viturino; Pág.3: Deus e o diabo no mundo de João (João Barata é, mesmo, um barato III); Papo cabeça; O Pinto Pia (Pinto Júnior) Lula-light; e CONTRACAPA: Escrevendo Sobre... (José Luiz) Gênero e Educação Física (I); Espi’aí Picui (Cícera Isabel) São Pedro tradição; Morte e Vida Cegarina.
A Confraria dos Biuls é o Conselho Editorial; e Enio José faz a Digitação. Patrocinadores: Angellianne Artes, Eletrônica Barbosa, Picuí Motocar, João Araújo Promoções e Eventos Esportivos, além de 07 anunciantes nos Classificados e 04 notas institucionais.

Ano III – Nº 19 – Esperança – Paraíba – Brasil – Jul/Ago-95…

C49-092: Primeiros discursos

O papel do homem público é servir
A possibilidade de candidatura a vereador me colocou a pensar no papel que desempenharia em sendo eleito. Pela observação da ação de certos agentes públicos, com os quais não concordo, e dos exemplos que me guio, aqui escrevo sobre sensibilidade e ética; oligarquia e nepotismo; acomodação e visão de futuro; práticas e prioridades; ação e omissão.

I
O papel do homem público
É servir à população
Não à própria família
Nem a um só cidadão.
É lançar para o futuro
Pensamento prematuro
Agir por antecipação.

II
O papel do homem público
É servir com dedicação
Não pensar só na família
Nem no chefe, no patrão.
É lançar-se no monturo
Permanecendo maduro
Em comum celebração.

III
O papel do homem público
É ter olhar visionário
Não pensar só no agora
Nem se fazer milionário.
É tratar sem dar desgosto
O dinheiro do imposto
Que pagamos pro erário.

IV
O papel do homem público
É ter fé no imaginário
Não pensar numa vitória
Nem se fazer salafrário.
É enfrentar cada preposto
Que se fizer como imposto
E d…