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Mostrando postagens de Fevereiro, 2014

Concurso de Ala-Ursas consagra o Mestre Brincante Marré Gonçalves

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2014
O Mestre Brincante Marré Gonçalves conquista cinco de seis troféus do Concurso de Ala-Ursas organizado por Mariet Delon/Fernando. Associado ao Mestre Brincante Ziu Cavalcante, Marré com sua trupe só não ficou com o terceiro lugar adulto, conquistado pela trupe “Morro do Piolho”.
Neste domingo, 16, a Comunidade São Francisco viveu a segunda edição do Concurso de Ala-Ursas organizado por Mariet Delon, desta vez na São Sebastião, em parceria com a dupla Fernando e Nana. Pouco mais de 40 Ala-ursas disputaram troféus para os três primeiros colocados, nas categorias Mirim e Adulto. Oriundas em sua grande maioria das Comunidades São Francisco, Morro do Piolho e General Osório, onde ficam as sedes das principais agremiações carnavalescas de Esperança.
Abrindo o evento, previsto para as 16h, desfiles e apresentações de um grupo de travestis, especialmente convidado pela organizadora, enquanto os brincantes chegavam com suas batucadas, para alegria dos admiradores desta manifestação carna…

C49-001 "Se essa rua fosse minha"

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Se essa rua fosse minha Publish at Calameo or read more publications.
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C49-173 O doutor mandou rebocar minha coluna

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I
O doutor mandou rebocar
Minha coluna, com leveza
Então fui fazer musculação
O que me deu na fraqueza
Planejei e sai diretinho
Pra comer um picadinho
E retomar a fortaleza...

II
Fortaleza que nada
Para falar com franqueza
Parece até presepada
Já que vivo na moleza
Trabalho bem sentadinho
No canto bem quietinho
Sem ter nenhuma dureza...

III
Dureza que nada
Para falar com clareza
Parece até uma piada
Mas pode ser uma proeza
Me sinto um molequinho
Apesar de ser velhinho
Mas isso não traz tristeza...

IV
Tristeza que nada
Vou falar doutra moleza
De quem vive na parada
Não mexe nem pestaneja
Me sinto mesmo caquinho
Perante um esforçozinho
E isso não é riqueza...

V
Riqueza que nada
Vou falar é de pobreza
De uma sustança negada
Nessa vida de peleja:
Passei fome um bocadinho
Fiquei foi um franzininho
Mas a coluna arqueja...

VI
Arqueja que nada
Postura é que se almeja
Pela labuta sentada
Por isso peço que veja:
Se se senta direitinho
Se caminha aprumadinho
Se o for, que assim seja...

VII
O doutor mandou rebocar
Minha coluna, com certeza
Precis…

C49-103 A Felicidade e a Infelicidade

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(Viva-se a felicidade em qualquer situação)

(As nossas escolhas têm conseqüências, quer queiramos quer não. Ser feliz é misto de escolha e condição. Racionalizar, refletir, entender as causas, as razões para estarmos na condição que estamos é o caminho para que possamos valorizar os momentos de felicidade, em detrimento da certeza dos momentos tristes).

I
Infelicidade está pro sacrifício
Associada aos bens acumular
Dito assim, é preciso ponderar
Pra não se lançar em precipício
Se para alguém algo é ruim
Para outro não é bem assim
É dos ossos e é dos ofícios.

II
Para tudo há um limite
E a sua ultrapassagem
Pede um pé para frenagem
Esse é modesto palpite
A felicidade está no simples
E até no uso de rifles
Mas cada um faça seu kit!

III
Sendo a Doutrina Espírita
Um roteiro de conduta
Não nos prendamos à luta
Pelo que na vida há grita
E assim curtamos momentos
Em intensos pensamentos
Quando a alegria agita.

IV
A felicidade é parte importante
Da vida que nós levamos
Por isso nos alegramos
Com o pouco que é bastante
Não n…