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Mostrando postagens de Novembro, 2014

É a lei do menor esforço | Coletivo | Esperança/PB

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(De forma muito educada dou as minhas macacadas)

Pequeno resumo das ocorrências na vida, no trabalho e entre amigos, por ocasião do aniversário do Professor João Delfino

(Da Lamentação) Quando eu era prefeito/ A coisa era diferente/ Respeitava todo mundo/ Mas eu era exigente: De forma muito educada/ Dava as minhas macacadas/ No lombo de muita gente!
Acho que perdi moral/ Mando e não obedecem/ Nem uma demão de cal/ Vejam só como padece/ No que eu não sei fazer/ Nem pagando pode ser/ Vejam o que acontece.
(Das Desculpas) Informática, senhores/ É um tema temerário/ Pane no computador/ Do chefe, o secretário/ No conserto há mais de ano/ E a desculpa do fulano/ É, decerto, obituário!
Inda tem a impressora/ Que está no mesmo pacote/ Todo dia tem cobrança/ E a resposta tem um mote. ̶  A manhã eu lhe entrego/ Mas continua no prego. As desculpa' enche' um pote:
̶ Saio da computação/ Deixo o computador/ Mas entrego o secretário/ Dos tempos de professor/ Passou noites de insônia/ Se o motivo er…

C49-180 Pelo menos é nisso que eu creio 2

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I- ...Podemos até agir como em recreio,/ Mas não viemos aqui só pra brindar. O mundo é também grande hospital/ Estamos todos aqui pra nos tratar. É uma atitude em prol da sanidade,/ Que nos é dada por lei, pela Bondade, /Do Criador, expressada ao nos criar.
II- A vida soma amor e dor constantes/ Podemos até agir como em recreio,/ Mas não viemos aqui só pra brindar. É que em prova e expiação se veio. Como não quero adoecer de novo/ Como ninguém quer voltar a ovo/ A interação é regra, é assim meio.
III- Aqui estamos no melhor momento/ Para par e passo ser curado, se curar/ Podemos até agir como em recreio,/ Mas não viemos aqui só pra brindar. É amor divino na veia, na mente,/ O poder da cruz eleva o penitente/ Oportunidade que há pra aprimorar.
IV- Se só s’alembram nas vívidas dores/ Se não sabem pra quê aqui se veio/ Ajudem: são tantos os labores! Podemos até agir como em recreio,/ Mas não viemos aqui só pra brindar. Viemos aqui foi pra curar e se curar/ Pelo menos é nisso que eu creio.
V-…

C49-146 Maria Beleza, A pequenina flor brejeira

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I- Toda mulher se faz bela/ Quando se faz verdadeira/ Se na paixão se revela/ Se não desce à rameira. E se descer dá a volta/ Por cima e, sem revolta,/ Se faz gente de primeira.
II- Nos idos dos novecentos/ Uma bela menina sonhou/ Arranjou-se com parentes/ Onde à promessa quedou. Na loja do tio conhece/ Uma paixão, lhe aparece/ Um viajante a quem amou.
III- Viveriam bons momentos/ Mas reencontro demora/ E à espera se alonga/ E o desespero aflora. Há quem alimente sonho/ Mas pesadelo medonho/ Reviraria essa história.
IV- Eis que se tranca no quarto/ Numa rede, a pequenina,/ À preocupação de todos/ Já não se via a menina... E depois de uma reclusão/ Entrega-se à condição/ Aceitando a sua sina:
V- Lá vem Maria Beleza/ Caminhando levemente/ Com toda a sua pureza/ Vestida num de repente. O retrato do seu amado
Em banhos, já desbotado/ Numa caixinha, presente.
VI- Um sabonete por banho/ Sempre toda maquiada/ Espera sonho de antanho/ Vida inteira enamorada. Talco, batom e esmalte/ Vestidos em esca…

C49-177 De quando a Ala-Ursa foi às forras com o Homem-nu

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I
Cansada de sofrer bullying
Cansada de ser caçada
Cansada do bole-bole
Cansada de emboscada
Ala-Ursa lá do polo
Resolve pisar em solo
Sem se parecer malvada:

II
̶ Se os dias do caçador
Parecem nunca ter fim
Por que o dia da caça
Nunca chegou para mim?
Assim eu me perguntava
Até, às vezes, gritava
Foi então que fiz assim:

III
Falei com um vereador
O susto foi de lascar...
Antes do governador
Com o prefeito fui falar
Nem deputado estadual
Nem deputado federal
Nem senador para sanar...

IV
Falei com um presidente
Até na ONU fui falar
C'uma cara de penitente
Deixei de ser um polar
Cruzei com uma dos pardo’
Meu filho no novo fardo
Conseguiu me replicar:

V
Por força da transgenia
Por força da natureza
Abolindo a eugenia
Reconstruindo a beleza
Pude ir além do instinto
Pude ocupar um recinto
De consciência e leveza

VI
Não vivi um bacanal
Coisas sem necessidade
Fui brincar o carnaval
Com arte e capacidade
Fui às forras no lundu
Revesti o homem-nu
Com a capa da bondade.

VII
Caçar já não caça mais
Volta a ser vegetariano
Agora ele vive em p…

C49-178 A Lua vem Nascendo Prateada

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(Dedicado à Roseane Martins e filhos)

I
A musa vive de contar vantage'
De image' que clareia sua calçada
Da casa onde habita –molecage'
A musa se orgulha amostrada.
–Aqui é muita mais bonita
Aos olhos de um poeta grita!
A lua vem nascendo prateada.

II
A ela fui mostrar um pôr‐do‐sol
Achando que seria revelada
Paixão que se nutre ao derredor
O poeta entrou numa roubada.
–Até que está bem na fita
Mas, se casa seria palafita,
A lua vem nascendo prateada.

III
Nesse dia caminhei em direção
Da região pela musa afamada
Queria testemunhar a criação
Perante nascente embelezada.
Realmente lá eu tive guarita
É verdade e a turma se agita
A lua vem nascendo prateada.

IV
O alvoroço que se via por ali
Parecia atitude tresloucada
Velhinho, mulherada e guri
Cachorro, gato e passarada
A cheia agora tinha nome
Era chancela de lobisome'
A lua vem nascendo prateada.

V
À boca da noite no espelho
Da lagoinha sedimentada
Toda gente dobrava o joelho
E lá estava enorme duplicada
Uma banda no céu se via
Outra banda n'água tremia
A…

C49-113 Feliz Homem Novo

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(Do homem velho que vai com o Ano Novo que chega)

(Tudo é cíclico. O dia nasce, o dia morre e renasce. A árvore tomba depois de tantas sementes que serão novas árvores. A vida pulsa para a vida tendo a morte como fim. Mas, na condição de almas em evolução, nós como o dia e como a árvore, nos veremos em novos corpos. Daí, não se estressar é a regra).

I
Se tudo que entra sai
Se em tudo começo e fim
Tudo entre não ou sim?
A Lei de Newton não cai…
Esqueçamos a refrega
No Ano Novo que chega
Do Ano Velho que vai.

II
Se toda gente que sai
Quase não pensa no fim
Se acham que sempre sim
É resposta que lhes cai…
Nós falaremos à galega
É Ano Novo que chega
E o Ano Velho que vai.

III
Se tudo que gruda sai
Até visgo em passarin’
Mas se tudo tem seu fim
E muita gente se retrai…
Pensemos no ser humano
Ao nascer do novo ano
Sobre o velhinho que vai.

IV
Chiclete no cabelo sai
Mas se perde um pedacin’
Mas isso não é tão ruim
Podia se perder mais…
Respeitemos o decano
Ao nascer do novo ano
É luz do sol como rai’.

V
Pois é! tudo que entra…

Esperança-PB - Setor Nordeste

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Os mapas das pequenas cidades não mudam a todo instante, mas merecem atualização de tempos em tempos. Anualmente, com a publicação do guia comercial metropolitano, de Fernando Rocha Macambira, somos convidados e patrocinados (levado a locais para ajustes de nomes e desenho) a refazer um mapa que trabalhamos desde o Plano Diretor participativo, na Gestão João Delfino (2005-2008. Assim, estamos mais uma vez trabalhando... Vejam esse setor:

Esperança-PB - Visão central em página dupla

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Os mapas das pequenas cidades não mudam a todo instante, mas merecem atualização de tempos em tempos. Anualmente, com a publicação do guia comercial metropolitano, de Fernando Rocha Macambira, somos convidados e patrocinados (levado a locais para ajustes de nomes e desenho) a refazer um mapa que trabalhamos desde o Plano Diretor participativo, na Gestão João Delfino (2005-2008. Assim, estamos mais uma vez trabalhando... Vejam essa visão central:

Esperança-PB - Setor Sudoeste

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Os mapas das pequenas cidades não mudam a todo instante, mas merecem atualização de tempos em tempos. Anualmente, com a publicação do guia comercial metropolitano, de Fernando Rocha Macambira, somos convidados e patrocinados (levado a locais para ajustes de nomes e desenho) a refazer um mapa que trabalhamos desde o Plano Diretor participativo, na Gestão João Delfino (2005-2008. Assim, estamos mais uma vez trabalhando... Vejam esse setor: