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Mostrando postagens de Fevereiro, 2015

Cinema e Carnaval: 28 dias foram poucos para fevereiro

Mal termina o Carnaval e Esperança continua respirando cinema. Agendado desde o ano passado, o Cine Sesi Cultural se preparava para terminar a temporada 2014/2015 por aqui. Assim, além do “cinema de graça no interior”, uma oficina nos foi oferecida. A contrapartida do município para ambos seria local e lanche para os oficinandos, energia para iluminar o ambiente e a tela de 5x12 metros, eletricista, alguns servidores que, em qualquer hipótese estariam ligados: Carlos Almeida e Evaldo Brasil, que serviriam de cicerones para as equipes.
Em 22 de janeiro, uma palestra exposição de curtas de animação, filmes produzidos em diversas técnicas, a exemplo da que usaríamos na oficina, de 26 a 31 de janeiro, onde animamos em stop-motionBoneca de Pano, sob a coordenação de Enzo Giaquinto, Nara Normande e Renata Claus. Depois deles viriam Luiz, Fernando, Ted, Evaldo e equipe para divulgação e exibição de filmes.
Passado o Carnaval, fechando o grande mês de 28 dias, entramos em março com A Era do Ge…

Boneca de Pano e Alternativo

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Resultado da oficina de cinema de animação realizada pela parceria Cine Sesi Cultural e Prefeitura Municipal de Esperança, entre 26 e 31 de janeiro de 2015. Veja e comente!


Abaixo, montagem alternativa. Veja e compare!

Quando Evoluir | Angelo Rock | Esperança/PB

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Afirma o autor que esta é a sua primeira música espírita. Creditando-lhe o adjetivo de talentoso, ele desconversa, mas no que se refere à composição, considero ser a primeira feita propositadamente. Na real, essa consoladora doutrina ressoa, resvala em tudo que a gente faz depois que a conhece. Graças a Deus.

Clay Aiken | I want to know what love is

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Carnaval 2015.2 | Concurso Oficial de Ala-ursas | AAQM/PME

(Este espaço estava reservado. Esta publicação é de 18 de fevereiro de 2015, às 13h50)           A oitava edição do concurso oficial de Ala-ursas, Edição 2015, realizado pela parceria entre a Associação Afro-cultural Quero Mais/AAQM e a Prefeitura Municipal/PME ocorreu mais uma vez na Praça da Cultura, na tarde da segunda, 16, sob o comando do mestre brincante Marquinho Pintor Vitorino. A proposta inicial era voltar à Comunidade São Francisco, como prévia carnavalesca. O evento se repetia assim, vez que as negociações entre as partes não chegaram a bom termo antes do anúncio e realização da 4ª edição do concurso promovido por Marriete Delon e equipe no mesmo dia e horário, nos informa Marquinho. A Praça da Cultura então recebeu Ala-ursas que só apareceriam para a comunidade naquele dia. Guardadas a sete chaves, elas acabam sendo apenas para o concurso, ficando a comunidade sem vê-las antes e durante o Carnaval. AUSÊNCIAS E PARTICIPAÇÕES Ala-ursas dos mestres brincantes Marcelo Marré de Li…

Carnaval 2015.1 | Natal das Ala-ursas

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A decoração natalina mal estava sendo desmontada e as ala-ursas já tomavam conta da cidade. O “pancadão” das batucadas que não permitem mais o clássico canto “ala-ursa quer dinheiro, quem não der é pirangueiro”. Um gesto de mão estendida com ou sem uma cuia ou chapéu já é suficiente. Elas fazem a festa com a pequena ajuda dos menos apegados ao dinheiro.
Esse ano o Carnaval ocorre mais cedo que em 2014. Os brincantes se antecipam e, reformando fantasias ou confeccionando novas, estimulam as gerações. Crianças correm para ver e de medo; fazem suas fantasias e se adaptam como podem. Algumas usam uma máscara qualquer enquanto outras, principalmente as de menos posses, acorrem aos mestres brincantes para aprender as técnicas.
Zil Cavalcante, Marquinhos Pintor, Marré Gonçalves, Seu Pretinho... filhos e seguidores não medem esforços, apesar de todo contratempo e certo desencanto que permanentemente os acompanha. Nas camisas, estampas à mão informam da Ala-ursa MDP (Morro do Piolho).
MATA O VELH…

Tu és o MDC da minha vida | Junior D'Lima | Esperança/PB

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Heart's calling | Jhean Almeida | Esperança/PB

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Mais uma do talento esperancense

Crise de Representatividade

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Enfim, a corrupção no Brasil começa a ser alvo de punição. Estamos evoluindo. Mas vem de longe a crise de representatividade por esta e por outras razões. Três episódios ao longo de minha observação dos fatos locais trago para ilustrar.
Primeiro. Quando nossa Câmara Municipal voltou a ter nove vereadores depois de ter 11, por certo período, enquanto meus pares na política e no dia a dia criticavam a mudança em tom de que deveriam ser menos, eu defendia o aumento para 13. Eles argumentavam sob o sinal da crise: nada fazem, comem mole, são apenas intermediários entre o direito do cidadão negado historicamente pelos gestores para se passarem por salvadores da pátria e aprisionarem o eleitor como devedores de um ou mais favores. Eu, pragmaticamente, dizia que 13 aumentaria as chances de ampliar a representatividade e partidos pequenos elegerem representantes por ser o coeficiente eleitoral menor. Voto vencido. O tempo passa e a lei permite os 13. E nós só elegeríamos um parlamentar no emara…