domingo, 4 de janeiro de 2015

C49-027 No namoro de hoje em dia só dão elas

Do filme: Rango
(Quem tiver seu pinto em ovo que das raposas proteja)
I - Nos tempos de antigamente/ Isso era muito complicado/ Pois as mocinhas viviam/ Como presas num cercado. E era uma grande agonia/ Quando elas então queriam/ Se arranjar com o namorado.
II - Hoje as coisas estão mudadas/ Apesar de algumas agonias/ Que certos pais ainda vivem/ Com as andanças das gurias. Se vão encontrar as amigas/ É certeza, vai haver brigas, E o pai grita: Isso é pras lias!
III - Mas já se foi aquele tempo/ Do velho ditado machista/ “Quem tiver suas cabritas… (Dizia a fala dos farristas) …que cuidem! Meus bodes/ estão soltos”. Se podes, Perceba hoje, pelas pistas!
IV - Guaxite, raposa, galinha, É como a menina é tratada/ Quando avança num menino/ Vai sem ter medo de nada, Se atraca e, feito uma gata, No telhado, quando engata, Pega o condão como fada.
V - E quando ela é das taludas/ Mesmo novinha na idade/ Mete um medo, faz tremer, Intimida, e sem maldade. E tem aquele que corre… E tem aquele que morre/ Achando que é raridade.
VI - E se for um professor/ Mesmo que seja casado/ As alunas fazem chantagem/ “Casou, mas num ‘tá capado!” E se o coitado for solteiro/ E não lhes servir de poleiro/ Dizem logo: – É desviado!
VII - Se você vir bater de asinha/ Não pense só que gracejam/ Diante de uma danadinha/ Qualquer um vira, se pelejam, Um frangote, menino bobo e, Quem tiver seus pintos em ovo, Que das raposas, os protejam.
Evaldo Pedro da Costa Brasil
(Em 10 de Março de 2008)

C49-025 I'm Evaldo Brasil and stand by me

(Nesses versos me apresento enquanto professor de inglês, mas principalmente enquanto pessoa, em minhas ideias e ideais, visão de mundo e proceder; minha opção pela profissão e pelo nordestinês; minha formação; prazeres e fé que me conduzem na vida.)
(Eu sou Evaldo Brasil e estou a seu dispor)

I - Eu sou Evaldo Brasil/ Sou professor de Inglês/ Por isso preciso ter/ Sapiência em Português. Trabalho com muito amor/ Carregado de humor/ A serviço de vocês!
II - Eu sou Evaldo Brasil/ Sou professor de Inglês/ Quando faço tradução/ Faço pro nordestinês. Trabalho a todo vapor/ Com um fogo abrasador/ Para aquecer vocês!
III - Eu sou Evaldo Brasil/ Sou professor de Inglês/ Quando de uma sugestão/ Faço pro bem de vocês. Trabalho a vida e o valor/ A partir do dom do amor/ Mantendo minha polidez!
IV - Eu sou Evaldo Brasil/ Meu nome tem o calor/ Da brasa que acendeu/ Com o fogo do amor. Com Arte eu já trabalhei/ Noutra língua mergulhei/ E aprendi a dar valor.
V - A todo tempo dedico/ O esforço e o empenho/ Minhas horas e segundos/ Ao papel que desempenho. Sem esquecer do lazer/ Faço tudo com prazer/ Ora esboço, ora desenho.
VI - A todo instante pratico/ A arte do bem viver/ Quem quiser venha comigo/ Pra na pior não perecer/ De dores desnecessárias/ De se viver como páreas/ E na morte, bem morrer.
VII - Às vezes era até um palhaço/ E o tempo todo trabalhador/ Como jornalista, pouco atuo, Muito menos como jogador. E não jogo o jogo da vida /Senão após prece dirigida/ Pela escolha: ser professor.
• Extra • I sometimes was a clown/ And all the time, am a worker, As a journalist, maybe down, And never was a good soccer. But I played the life game/ Without to think about fame/ I do my work like a dreamer.

Evaldo Pedro Brasil da Costa
(Em 06 de Março de 2008)

C49-024 De como Desesperaldo Nascarreiras se viu como abençoado

Fonte: Internet
(Mergulho de uma Perereca em meio aos Tubarões)
I- Ter agilidade para fazer/ As coisas que precisamos/ É algo que é bom demais/ E disso nos orgulhamos. Mas não é o que acontece/ Quando se esquece da prece/ Quando nos desesperamos.
II- Foi como Desesperaldo Nascarreiras, sem prece, Se viu como abençoado/ Agiu e quase enlouquece/ Sem controlar sua pressa/ Como fazendo promessa/ Pra ver se assim enriquece.
III- O telefone tocou, atendeu, Acertou hora de encontro/ Não cuidou do seu asseio/ Para na hora já estar pronto. E foi ao banho apressado/ Mas viu no bojo utilizado/ Tubarões por todo canto.
IV- Enquanto ele se escovava/ Uma perereca mergulhou/ Na água em que se lavava/ Assim o asseio terminou. Lembrou-se dos tubarões/ Ignorou sonho, previsões, E a água usada reciclou.
V- Quando vai sair, correndo, Percebeu o que lhe faltava/ E quase se viu morrendo/ A pererecazinha, coitada, Foi lançada aos tubarões… Mas como aprende lições/ Agradece a Deus, dizendo:
VI- O que fazer sem os dentes/ Para poder ir trabalhar/ Como faço Deus presente/ Se eu acabei de afogar/ A minha pererecazinha/ Na fossa, já não é minha, Que farei papai presente?
VII- Eis que brilha um sinal/ Na boca céu de Zé Bocão/ Os tubarões foram embora/ Um sinalzinho de solução. Mergulha mão tão possante/ Lança a peça em alvejante/ Depois boca, e louvação!

Evaldo Pedro Brasil da Costa
(Em 22 de Fevereiro de 2008)

C49-023 Enfim recomeça agora o nosso Ano Letivo

Fonte: Internet

I- Calendário! Temos muitos. Mas este é especial/ É como o religioso/ É sagrado, é original! Quem nunca dele viveu/ Parece que já morreu/ Quando usa a digital!
II- É o calendário escolar/ Que começa em fevereiro/ Vai à véspera do Natal/ O seu dia derradeiro. Passa ligeiro demais/ E quem já era capaz/ Com ele ficou matreiro.
III- Enfim recomeça agora/ O nosso Ano Letivo/ Professores e alunos/ Em processo educativo. Mas toda a comunidade/ Se envolve na novidade/ Do grande bem coletivo.
IV- O nosso Ano Letivo/ Enfim recomeça agora/ No processo formativo/ Vejo raiar nova aurora. O saber se faz suporte/ Para renovar o norte/ Pelo caminho da glória.
V- Você que ajuda a educar/ Com papel privilegiado/ Vê se não negligencia/ Sua missão, seu chamado. Você escolheu ensinar? Você escolheu educar? Novo mundo é chegado.
VI- Você que quer se educar/ Tem papel privilegiado/ Vê se não negligencia/ Sua escolha, seu primado. Você escolheu estudar? Você escolheu s’educar? Um novo ser é chegado.
VII- Vamos pensar a respeito/ Das escolhas, do motivo, Pra renovar a esperança/ No processo educativo. Vamos lá, bora-que-bora, Enfim recomeça agora/ O nosso Ano Letivo.
Publicado originalmente em 27/02/2008.
Evaldo Pedro da Costa Brasil
(Entre 19 e 20 de Fevereiro de 2008)