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Mostrando postagens de Janeiro, 2015

Seres Individuais | Angelo Rock | Esperança/PB

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Mais um talento de Esperança!

Ando meio desligado | Junior D'Lima | Esperança/PB

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Mais um talento de Esperança!

Hit leve (ao vivo) | Jhean Almeida e os Karas I Esperança/PB

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Olha a posse do talento esperancense!

De Janela pro Cinema

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Viva o cinema de animação!

A Briga na Procissão | por Pétala | de Chico Pedrosa

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Que viva a poesia popular!

Conferência Estadual de Cultura 2009 3 Luizinho Barbosa

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Publicado em 19 de janeiro de 2015
Registro da louvação com Luizinho Barbosa em homenagem a Balduíno. Filmado com um mp-não-sei-das-quantas, xingling nunca mais. Gravação só agora editada. Veja também o 2009 2, com os representantes de Esperança e o 2009 1, com o depoimento de Balduíno.

Conferência Estadual de Cultura 2009 2 Esperancenses

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Publicado em 19 de janeiro de 2015
Registro da apresentação dos delegados "abestados" de Esperança. Filmado com um mp-não-sei-das-quantas, xingling nunca mais. Gravação só agora editada. Veja também o 2009 1, com Balduíno depondo e o 2009 3, com uma merecida louvação.

Conferência Estadual de Cultura 2009 1

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Publicado em 17 de janeiro de 2015
Registro de depoimento de Balduíno, "abestado". Filmado com um mp-não-sei-das-quantas, xingling nunca mais. Gravação só agora editada. Veja também o 2009 2, com os representantes de Esperança e o 2009 3, com uma merecida louvação.

Ação Solidária | Sandro Show & Naldo de Zezim | Esperança/PB

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Publicado em 17 de janeiro de 2015
Ação solidária em prol da mulher registra o encontro de Sandro Show, tecladista parceiro de Lima Jr. com o performático Naldo de Zezim, jogador de todas as posições. Eles, o público e os serviços da ocasião estão aqui.

"Espera, esperada Esperança" | Evaldo Brasil | Esperança/PB

País do carnaval, sem carne, sem matagal.
País do futebol, sem pé nem cabeça, bola.
Rola pela história sem rolamento
– Juramento cumprido.
Comprida será sua história
Até que mereça a glória
De nação solidária...

Ah, malária!
Ah, febre amarela!
Ah, solitária angústia dos anjos e cândidos,
Dos Augustos e Silvinos.
Publicado originalmente em 2008. Evaldo Pedro da Costa Brasil
Em 2007.

Caminhada | Evaldo Brasil | Esperança/PB

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(Ao Mahatma, Ghandi)

Pus o pé na linha do trem enquanto ele passava
Já sabia da dor da caminhada, caminhava
Antes do primeiro passo, andava, não podia me omitir

…vagava…

Para não morrer sem paz pus o pé na linha

…pacificava…
Publicado originalmente em 2008. Evaldo Pedro da Costa Brasil
Em 08 de agosto de 1992.

Wladimir na Fila dos Leões | Evaldo Brasil | Esperança/PB

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Prólogo:
Das coisas pequenas é preciso cuidar
Se delas somos desatentos, como das grandes cuidar?

Primeira reflexão:
Vez por outra não sei
Se ser do bem me faz bem
Se fico no fim da fila “Fura-fila” se dá bem…
Tantas vezes fui furado, resolvi furar também.
Anjo da Guarda se faz guia:
Eis que surge Vladimir
Me chama à reflexão
Por que será que aqui
Tantos se tornam furão?
Todo mundo sente fome
Sede e ânsia de viver
Pra’que que por ser homem
Outros tem que abater?

Segunda reflexão:
Nossa alma não se asserena
(Desrespeito é desrespeito)
Nos permitirmos à pequena
Infração, atuação no malfeito?!

Repensado o ser do bem, bem só faz a quem o é
Se do mal nós já não somos, ser do bem é manter fé.

Epílogo:
Vai, meu irmão, nenhuma luta será em vão!
Pois tudo não vale nada quando a alma se apequena.
Põe tudo na tua luta, faz valer tua intenção,
Decerto, na retaguarda, segue um monte de irmão.
Publicado originalmente em 2008. Evaldo Pedro da Costa Brasil
Em fevereiro de 2005. Na fila do RU da UFCG.

Hit leve | Jhean Almeida | Esperança/PB

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Ele: —Eu estava dançando um hit leve, Estava seguindo os passos de um rei; Pintou uma loirinha na minha parada, Dizia que estava afim, enamorada.
Ela: —Eu estava dançando um hit leve, Estava sentind’algo que bem não sei; Pintou um gatinho na minha jogada, Dizia: te quero minha namorada.
Ambos: Eu estava esperando o brilho desse amor/ Sair dos teus olhos e bater nos meus… Nossos olhos brilharam feito chama/ Nossas carnes tremeram como flama/ Havia um sorriso negro Marley/ Você é a luz que sempre procurei.
Evaldo Pedro da Costa Brasil
(Em 04 de agosto de 1997)

Ouça no Palco Mp3 ou...
http://palcomp3.com/jheanalmeida/hit-leve/

Hit leve, a Canção

Eu estava dançando um hit leve, Estava seguindo os passos de um rei; Pintou uma loirinha na minha parada, Dizia que estava afim, enamorada.
Eu estava dançando um hit leve, Estava sentind’algo que bem não sei; Pintou uma gatinha na minha jogada, Eu dizia: te quero minha namorada. Minha namorada
Eu estava esperando o brilho desse amor/ Sair dos teus olhos e…

Seu Titico Centenário | Evaldo Brasil | Esperança/PB

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Orgulho e exemplo de esperancense

Por Evaldo Brasil - Aos 18 de novembro (de 2005), se estivesse entre nós, Francisco Celestino da Silva, Seu Titico, faria 100 anos. Na última das quatro edições da Revista da Esperança, que publicamos em 97, Seu Titico foi homenageado em matéria de capa titulada “Um genial e carismático Professor Pardal”. A alusão ao personagem dos gibis de Walt Disney refletia a nossa infância, quando passávamos diante da garagem (laboratório) da Solon de Lucena, onde, sempre se encontrava Seu Titico, consertando, experimentando, criando alguma coisa; estimulando nossa imaginação.
Titico, como a mãe, dona Ana Maria de Jesus, chamava o menino Francisco, assistia o pai Joaquim consertando instrumentos musicais. Aos cinco tocava seu primeiro instrumento. De tão pequeno, viam-se mãos, harmônio e pés. Mas brincava de pião, de castanha e soltava coruja.
Sanfona, violino, violão e o seu “buzinofone” eram tocados por Titico, seja nas serestas do “Lira de Ouro”, em missas, casam…

C49-027 No namoro de hoje em dia só dão elas

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(Quem tiver seu pinto em ovo que das raposas proteja)
I - Nos tempos de antigamente/ Isso era muito complicado/ Pois as mocinhas viviam/ Como presas num cercado. E era uma grande agonia/ Quando elas então queriam/ Se arranjar com o namorado.
II - Hoje as coisas estão mudadas/ Apesar de algumas agonias/ Que certos pais ainda vivem/ Com as andanças das gurias. Se vão encontrar as amigas/ É certeza, vai haver brigas, E o pai grita: Isso é pras lias!
III - Mas já se foi aquele tempo/ Do velho ditado machista/ “Quem tiver suas cabritas… (Dizia a fala dos farristas) …que cuidem! Meus bodes/ estão soltos”. Se podes, Perceba hoje, pelas pistas!
IV - Guaxite, raposa, galinha, É como a menina é tratada/ Quando avança num menino/ Vai sem ter medo de nada, Se atraca e, feito uma gata, No telhado, quando engata, Pega o condão como fada.
V - E quando ela é das taludas/ Mesmo novinha na idade/ Mete um medo, faz tremer, Intimida, e sem maldade. E tem aquele que corre… E tem aquele que morre/ Achando que é…

C49-025 I'm Evaldo Brasil and stand by me

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(Nesses versos me apresento enquanto professor de inglês, mas principalmente enquanto pessoa, em minhas ideias e ideais, visão de mundo e proceder; minha opção pela profissão e pelo nordestinês; minha formação; prazeres e fé que me conduzem na vida.)
(Eu sou Evaldo Brasil e estou a seu dispor)

I - Eu sou Evaldo Brasil/ Sou professor de Inglês/ Por isso preciso ter/ Sapiência em Português. Trabalho com muito amor/ Carregado de humor/ A serviço de vocês!
II - Eu sou Evaldo Brasil/ Sou professor de Inglês/ Quando faço tradução/ Faço pro nordestinês. Trabalho a todo vapor/ Com um fogo abrasador/ Para aquecer vocês!
III - Eu sou Evaldo Brasil/ Sou professor de Inglês/ Quando de uma sugestão/ Faço pro bem de vocês. Trabalho a vida e o valor/ A partir do dom do amor/ Mantendo minha polidez!
IV - Eu sou Evaldo Brasil/ Meu nome tem o calor/ Da brasa que acendeu/ Com o fogo do amor. Com Arte eu já trabalhei/ Noutra língua mergulhei/ E aprendi a dar valor.
V - A todo tempo dedico/ O esforço e o empen…

C49-024 De como Desesperaldo Nascarreiras se viu como abençoado

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(Mergulho de uma Perereca em meio aos Tubarões)
I- Ter agilidade para fazer/ As coisas que precisamos/ É algo que é bom demais/ E disso nos orgulhamos. Mas não é o que acontece/ Quando se esquece da prece/ Quando nos desesperamos.
II- Foi como Desesperaldo Nascarreiras, sem prece, Se viu como abençoado/ Agiu e quase enlouquece/ Sem controlar sua pressa/ Como fazendo promessa/ Pra ver se assim enriquece.
III- O telefone tocou, atendeu, Acertou hora de encontro/ Não cuidou do seu asseio/ Para na hora já estar pronto. E foi ao banho apressado/ Mas viu no bojo utilizado/ Tubarões por todo canto.
IV- Enquanto ele se escovava/ Uma perereca mergulhou/ Na água em que se lavava/ Assim o asseio terminou. Lembrou-se dos tubarões/ Ignorou sonho, previsões, E a água usada reciclou.
V- Quando vai sair, correndo, Percebeu o que lhe faltava/ E quase se viu morrendo/ A pererecazinha, coitada, Foi lançada aos tubarões… Mas como aprende lições/ Agradece a Deus, dizendo:
VI- O que fazer sem os dentes/ Para pod…

C49-023 Enfim recomeça agora o nosso Ano Letivo

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I- Calendário! Temos muitos. Mas este é especial/ É como o religioso/ É sagrado, é original! Quem nunca dele viveu/ Parece que já morreu/ Quando usa a digital!
II- É o calendário escolar/ Que começa em fevereiro/ Vai à véspera do Natal/ O seu dia derradeiro. Passa ligeiro demais/ E quem já era capaz/ Com ele ficou matreiro.
III- Enfim recomeça agora/ O nosso Ano Letivo/ Professores e alunos/ Em processo educativo. Mas toda a comunidade/ Se envolve na novidade/ Do grande bem coletivo.
IV- O nosso Ano Letivo/ Enfim recomeça agora/ No processo formativo/ Vejo raiar nova aurora. O saber se faz suporte/ Para renovar o norte/ Pelo caminho da glória.
V- Você que ajuda a educar/ Com papel privilegiado/ Vê se não negligencia/ Sua missão, seu chamado. Você escolheu ensinar? Você escolheu educar? Novo mundo é chegado.
VI- Você que quer se educar/ Tem papel privilegiado/ Vê se não negligencia/ Sua escolha, seu primado. Você escolheu estudar? Você escolheu s’educar? Um novo ser é chegado.
VII- Vamos pe…

C49-022 A árvore que chorou pedindo chuva

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I- Havia muito tempo/ E uma gota não chovia/ Um sereninho sequer/ Mesmo ao findar o dia. Suor e sangue de morte/ A falta de água no norte/ – Era o deus Sol que ardia.
II- Havia muito sofrimento/ Como nunca antes se via/ Diarreia nas crianças/ Pela água que se bebia. Insolação dos ousados/ Quando não amparados/ Ante o deus Sol que ardia.
III- Havia árvores secas/ Perante o sol que ardia/ Por não estar amparada/ Pelas irmãs que perdia. Enquanto desmatando/ O homem suicidando/ Culpando o sol que ardia.
IV- Mas uma árvore chorou/ Pedindo chuva de dia/ Pingava na sua sombra/ E o poeta assim a via. E cada gota no chão/ Era uma prece, oração, Ato de grande magia.
V- Era Deus pai que lembrava/ Que sempre nos atendia/ Mas quem infringir a lei/ Por seu crime pagaria. Mas se o erro reparasse/ E a vida não desmatasse/ Um novo mundo surgiria.
VI- Era Deus naquela árvore/ Se doando pra quem via/ Era um filho sendo pai/ Prenunciando a alegria. A árvore então chorou/ Gotas de seiva – sangrou! Assim a chuv…